segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O mundo após o centésimo
A muito tempo atrás, quando ainda achava o programa do Jô legal, ele disse em um programa que lia 100 livros por ano. Assisti outros intelectuais dizendo que sempre liam 100 livros por ano. Aquilo virou um marco pra mim! Naquela época lia uns 30 ou 40 por ano, ler pelo menos 50 ainda era um sonho...
Pois é. Agora, em novembro de 2010 eu já li 112 livros... Não vi chuvas de champanhe, pombas se suicidando ou virgens se auto-deflorando. Nenhuma comemoração... Só ocorreu a tragédia da monografia, mas no momento quase tudo já esta resolvido.
Os invejosos e abibliófilos, que dedicam mais tempo a outras coisas, podem me chamar de vagabundo, fútil ou imprestável. Eu não acredito que seja (tanto assim). Até porque mais de 20% desses livros eram jurídicos. E além do mais, a leitura sempre foi um dos meus maiores hobbies.
Pois é, e eis que aos 25 anos de idade consegui ler 100 livros em um ano. Muito do que li foi bastante construtivo, mas também teve muita porcaria. E definitivamente absorvo muito mais o que eu leio por prazer do que por obrigação.
Estranho, pois apesar de tudo só ficou uma sensação de vazio... Será que com 200 acaba?
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Glosando a vida
quinta-feira, 8 de julho de 2010
O Clube do Filme
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Na Natureza Selvagem
A narrativa é envolvente, apesar dos momentos amargos onde o autor explora erros bobos que foram fatais. No fim, vemos como poder ser alto o preço da busca pelo autoconhecimento convivendo e contando somente com si mesmo.segunda-feira, 3 de maio de 2010
Guias para mochilar na América do Sul
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
A Arte da Guerra
A Arte da Guerra - Métodos Militares

Sun Tzu & Sun Pin
Edição: 1
Editora: WMF Martins Fontes
Ano: 2002
Páginas: 354
"A Arte da Guerra", de Sun Tzu, escrito no século IV a. C., é um dos mais sábios e importantes tratados de estratégia militar. O texto aplica-se à competição e ao conflito em geral e em todos os possíveis níveis. Sua meta é a invencibilidade, a vitória sem luta. O tratado é composto por treze capítulos, onde em cada um aborda um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor um panorama onde todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um confronto racional. Tal livro foi usado por grande estrategistas militares ao longo da história, como Napoleão, Mao Tse Tung, Erwin Rommel, etc.
A Arte da Guerra foi traduzida do original somente em para o português 1995. Apesar da antiguidade do alfarrábio, nenhuma obra ou tratado é tão compreensível e atual. Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a surpresa, aliados com os princípios do taoísmo.
”Métodos Militares” também do século IV a.C., foi escrita por de Sun Bin, que é considerado por alguns historiadores como pseudônimo do próprio Sun Tzu, e por outros como o bisneto deste. Registros históricos descrevem este militar como brilhante desde novo e um grande estudioso da obra de seu avô. Este estrategista se consagrou logo após ser mutilado devido a uma denuncia de espionagem, passando desde então a antever precisamente as estratégias de seus inimigos. Mas seu livro é mais uma análise de A Arte da Guerra, com uma amplitude estendida, do que algo realmente inovador.
As duas obras são muito boas, dão boas noções sobre competição e enfrentamentos. Contudo, creio que faltam adornos com os princípios do taoísmo e com o contexto histórico da época, pois certas vezes os autores se comunicam por meio de símbolos e parábolas que me deixaram boiando...
Nota: 6,0















